sábado, 4 de abril de 2015

Pascoa? Ovos de Pascoa?


Quando você pensa em chocolate, bacalhau e coelho que comemoração te vem à mente? Com certeza você se lembrou da Páscoa. Conhecida mundialmente como uma festa cristã, ela é mais antiga do que se imagina, sendo comemorada muitos anos antes do nascimento de Jesus Cristo e por diversos povos da antiguidade. A Páscoa, como conhecemos hoje (com ovos de chocolate, alusão ao coelho, etc) modelou-se com o passar dos anos, mas tem como principal influência a Páscoa Judaica. Antes de Jesus morrer na cruz e ressuscitar era este o tipo de Páscoa comemorada. Portanto, Páscoa cristã e judaica são diferentes, mas é a partir da festa judaica que os cristãos comemoram a ressurreição do Salvador. Para os judeus a páscoa significa “passagem”, por isso o nome da festa é Pessach (passagem). De acordo com a tradição judaica, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3500 anos, quando o Senhor enviou dez pragas sobre o povo do Egito. Antes da décima praga, – que seria a morte dos primogênitos das famílias egípcias –  Moisés  foi instruído por Deus a pedir que cada família hebréia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas, para que seus primogênitos não fossem exterminados. Quando anoiteceu as famílias comeram a carne de um cordeiro sem mancha, pães sem fermento e ervas amargas. Depois um anjo, enviado por Deus, matou todos os primogênitos egipícios. Depois deste episódio Faraó libertou os hebreus da escravidão. Como memória desta libertação foi instituído para todas as gerações de judeus a celebração da festa de Pessach, como forma de lembrar o favor de Deus.
Pessach, então, significa a passagem do Senhor através de seu mensageiro, o anjo. Depois foi acrescentado a esta concepção a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, confirmando a sua libertação. Os judeus comemoram até hoje os valores que a história narrada no livro de Êxodo: liberdade, justiça e reinício do ciclo da vida. Para os cristãos a Páscoa tem um significado semelhante, é a comemoração da passagem de Jesus da morte à ressurreição. Os primeiros cristãos passaram a comemorar a Páscoa, como conhecemos hoje, porque viram uma relação entre a libertação do povo de Deus no Egito e a libertação da morte para a vida, pregada por Jesus. Outro motivo para que a grande festa cristã tenha o mesmo nome da festa judaica deve-se à Paixão de Cristo ter acontecido no início do Pessach. Então a última ceia teria sido um Seder, o jantar realizado na véspera do início da Páscoa judaica. Embora as duas festas tenham o mesmo nome não ocorrem na mesma data. A Páscoa cristã é comemorada no primeiro domingo de lua cheia depois do equinócio de primavera (de outono, no hemisfério sul). Já as comemorações da Páscoa judaica têm início na primeira lua cheia do mesmo equinócio. O início do Pessach e a Páscoa cristã podem cair no mesmo dia, mas isso dificilmente ocorre.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Arábia Saudita aplica lei religiosa e decapita mulher

Um acontecimento do dia 12 de janeiro dá fortes indícios que o Estado Islâmico não é o único movimento muçulmano que defende a decapitação como forma de punição. Eles estão apenas levando a cabo o cumprimento da sharia – leis religiosas muçulmanas.
Um vídeo ganhou as redes sociais e causou grande polêmica. A gravação mostra autoridades da Arábia Saudita decapitando publicamente uma mulher na cidade de Meca, local mais sagrado da religião islâmica.
Laila Abdul Muttalib Basim, nascida em Myanmar, mas que residia na Arábia Saudita, teve sua cabeça cortada com golpes de espada após ter sido arrastada por quatro policiais pelas ruas. Ela era acusada de ter violentado sexualmente e matado sua filha de sete anos. O vídeo mostra a mulher gritando repetidas vezes “não matei, não matei” e pedindo clemência.
Um homem vestido de branco com uma espada ritual dá três golpes até dividir a cabeça do restante do corpo. O ministro do Interior da Arábia Saudita afirmou em comunicado que a sentença levava em conta a gravidade do crime. Segundo ativistas de direitos humanos, a prática vem crescendo no país. Foram 78 decapitações em 2013; 87 em 2014, o que será em e 2015?
Um dos principais fornecedores de petróleo do mundo e importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia Saudita geralmente não recebe o mesmo tipo de acusações de violação de direitos quanto outros países árabes. Segundo a lei vigente, vários crimes, incluindo homicídio, violação sexual, adultério ou assalto à mão armada podem ser punidos com pena de morte.
Os métodos mais comuns, são a decapitação e o apedrejamento. Também há casos em que o culpado é açoitado publicamente, como o caso recente do blogueiro Raif Badawi, sentenciado a mil chicotadas e 10 anos de prisão por ter criado um site onde defende o liberalismo, incluindo a diminuição da influencia da religião no país. Ele receberá chicotadas publicamente todas as sextas-feiras – dia sagrado no Islã – durante 18 meses, quando sua pena será completa.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Acidente aéreo mata pastor Myles Munroe e esposa

Redação Rede Super
Myles Munroe com a esposa, Ruth, e a filha, Charis (Foto: Divulgação)
Myles Munroe com a esposa, Ruth, e a filha, Charis (Foto: Divulgação)
Escritor, palestrante conhecido mundialmente e líder da “Bahamas Faith Ministries International“, maior congregação cristã das Bahamas, o pastor Myles Munroe morreu em um acidente de avião em Grand Bahama na tarde desse domingo (9). A informação é do jornal “The Bahamas Tribune”. A esposa de Munroe, Ruth, além de outros sete passageiros, também morreram na queda. Há suspeita de que a filha do pastor também estaria no voo.
O grupo estava a caminho do Fórum de Liderança Global, organizado por Munroe. Segundo o Ministério do Transporte e da Aviação, a aeronave deixou o Aeroporto Internacional de Lynden Pindling com destino a Grand Bahama por volta das 16h e caiu cerca de uma hora depois, quando tentava pousar em Freeport. Segundo as autoridades, o avião foi completamente destruído.
Apesar da confirmação da morte de Munroe e de sua esposa e filha pelo “The Bahamas Tribune”, as identidades das vítimas ainda não foram oficialmente reveladas e a causa do acidente ainda é desconhecida.
Autor e co-autor de mais de 100 livros e ganhador de vários prêmios por suas contribuições espirituais e sociais para o desenvolvimento das Bahamas e de outros países, Myles Munroe deixa um filho, Myles Jr.

terça-feira, 28 de outubro de 2014


"Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores. Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas? Semelhantemente, toda árvore boa dá frutos bons, mas a árvore ruim dá frutos ruins. A árvore boa não pode dar frutos ruins, nem a árvore ruim pode dar frutos bons. Toda árvore que não produz bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão!

Mateus 7:15-20







Condenada por matar os pais, Suzane Von Richthofen se casa com sequestradora na prisão


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Suzane Von Richthofen se casou, em setembro, com uma sequestradora dentro da penitenciária de Tremembé, no interior paulista. Suzane foi condenada a 38 anos e seis meses pela morte dos pais, em outubro de 2002.
Quando se casou, ela trocou a ala das evangélicas e passou a habitar a cela das presas casadas. A  mulher de Suzane, Sandra Regina Gomes, foi condenada a 27 anos de prisão por sequestrar uma empresária.
Sandra era casada com Elize Matsunada, presa pela morte do marido, Marcos Matsunaga, em junho de 2012.
Pessoas que conversaram com Suzane recentemente afirmam que ela pretende fazer uma cerimônia no começo de novembro para comemorar a união.
Resumo de tudo, mais uma que tenta se esconder dentro do meio evangélico. 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Centenas de crianças assassinadas no Iraque por jihadistas, denuncia perita da ONU.

Centenas de crianças assassinadas no Iraque por jihadistas, denuncia perita da ONU

Combatentes islamitas assassinaram centenas de crianças no Iraque, nomeadamente em execuções sumárias, e estão a utilizar outras como bombistas-suicida, alertou hoje uma perita das Nações Unidas, perante o Conselho de Segurança.

"Perto de 700 crianças foram mortas e mutiladas no Iraque desde o início deste ano, incluindo em execuções sumárias", contabilizou Leila Zerrougui, representante especial das Nações Unidas para as crianças e os conflitos armados.
Perante o Conselho de Segurança, que hoje se reuniu para discutir o problema das crianças-soldado, Leila Zerrougui disse ainda que os fundamentalistas do grupo Estado Islâmico, que têm semeado o terror no norte do Iraque, estão a recrutar meninos de 13 anos para carregarem armas, montarem guarda a pontos estratégicos e prenderem civis. "Outras crianças foram usadas como bombistas-suicida", acrescentou.
A comunidade internacional tem repetidamente acusado o Estado Islâmico de crimes de guerra e contra a humanidade, desde que em junho o grupo armado fundamentalista começou a controlar vastas zonas do Iraque e da Síria.
Mas o Estado Islâmico não é o único responsável pelo envolvimento de crianças, já que as milícias aliadas do governo iraquiano também as estão a usar para combater os fundamentalistas, frisou a responsável, realçando que, em julho, desapareceram "numerosas crianças" detidas pelas forças regulares, depois de as milícias terem invadido as prisões.
Na reunião de hoje, o Conselho de Segurança analisou também os casos de Líbia, Afeganistão, Mali, Sudão do Sul e República Centro-Africana, onde as crianças são recrutadas como soldados.
Só na República Centro-Africana, cerca de oito mil crianças estão alistadas em vários grupos armados, referiu ao Conselho de Segurança o chefe das missões de paz da ONU, Herve Ladsous.
Presente na mesma reunião, o ator Forest Whitaker, embaixador da boa vontade para a paz e a reconciliação da UNESCO (agência da ONU para educação, ciência e cultura), fez um apelo à reintegração das crianças-soldado.
"Essas crianças devem sentir-se tão sozinhas quando regressam dos campos de batalha para um mundo que não as reconhece", lamentou. "A não ser que as esperemos de braços abertos, casas abertas, escolas abertas, as suas guerras nunca terão fim. Nem as nossas", frisou.
No início do ano, as Nações Unidas lançaram a campanha "Crianças, não soldados", com o objetivo de garantir, até final de 2016, que nenhum exército ou outra força regular dos Estados-membros esteja a utilizar crianças.

sábado, 30 de agosto de 2014

O que você vai fazer quanto a isso?

Número de igrejas fechadas na Inglaterra bate recorde

Novos usos para os templos estão sendo estudados
por Jarbas Aragão

A acentuada queda na freqüência dos cultos tem levado muitas comunidades na Grã-Bretanha a verem os prédios usados como igrejas se tornando disponíveis para outros usos. Em média, 30 igrejas são fechadas na Inglaterra a cada ano, geralmente como consequência da diminuição do número de fieis. No Reino Unido, a igreja oficial é a Episcopal Anglicana, que tem ligações históricas com os reis daquela nação.
Estima-se que durante os últimos 30 anos do século passado, um período de acentuado declínio do cristianismo na Europa, a taxa de fechamento foi particularmente elevada. Mais de 1.500 templos cristãos ficaram obsoletos. Para muitos ingleses, o culto da véspera de Natal é a única visita à igreja durante o ano.
Encontrar um uso para essas belas e antigas construções tem sido uma dor de cabeça para a Divisão de Igrejas Fechadas do país. Muitas foram simplesmente demolidas porque o custo de manutenção se tornou demasiadamente alto. Algumas foram vendidas e posteriormente demolidas para que surgissem outros prédios em seu lugar. Um número não revelado foram convertidas em mesquitas islâmicas.
Edifícios que antes eram o ponto focal da vida nas aldeias foram simplesmente abandonadas e ostentam uma placa de “vende-se”.
Não por acaso este declínio na adoração coletiva coincidiu com as mudanças profundas no perfil dos moradores das cidades menores.
Barney White-Spunner, um ex-soldado que hoje preside a Aliança Pelo Campo, acredita os templos deveriam ser preservados, mas dando-se a eles um novo sentido.
Ele está fazendo um estudo para viabilizar que os antigos lugares de culto religioso possam se tornar pontos focais da comunidade, tornando-se auditórios, feiras, creches, postos policiais ou algo parecido.
Uma de suas sugestões é que as igrejas que possuem um número reduzido de membros e enfrente dificuldades financeiras, deveriam compartilhar o espaço com fiéis de outras religiões. Muitos pastores já estão caminhando nessa direção, mas têm enfrentado oposição dos membros restantes e por isso estuda-se uma maneira de incentivar essa mudança num país cada vez menos cristão.
Sir Barney acredita que em breve a maioria das antigas igrejas terá uma nova utilidade para suas comunidades. Traduzido de Telegraph.

terça-feira, 19 de agosto de 2014



MARCAS DE UM VERDADEIRO AVIVAMENTO.

Oração. É uma das maiores ênfases do Novo Testamento (1Ts 5.17). Tanto Jesus como os discípulos oravam com freqüência. Quando alguém crê em Deus, tal pessoa ora. A maior prova de incredulidade é a falta de oração. Sem oração, não há vida espiritual verdadeira. Deus deseja agir por meio de nossas orações. A oração muda as mais diversas situações. Todavia, não nos iludamos com a aparente dedicação à oração de certos grupos extremistas. Na verdade, muito do que é chamado de oração parece mais um repetir desconexo de palavras e sons que nada têm a ver com a oração bíblica.
Louvor e Gratidão. As experiências difíceis da vida muitas vezes tornam alguns cristãos aborrecidos e revoltados contra Deus. Por isso, o coração destes torna-se duro e insensível. Quando não temos disposição de agradecer a Deus por aquilo que ele é e pelo que ele tem feito, algo está errado. Passamos a acreditar que Deus não nos ama, ou que ele não está no controle da situação, conforme pensávamos. Muitos cristãos vivem esse drama de maneira oculta no coração. É preciso mudar tal atitude, com arrependimento, e ver pela fé que Deus mantém sua bênção sobre nossa vida. Quem está cheio de alegria e de gratidão é um verdadeiro “avivado” (At 13.52), pois consegue ver quem Deus é com os olhos da fé.
Arrependimento. Há duas possibilidades de viver a vida cristã. Uma é fazer de conta que estamos bem, escondendo os erros e conflitos no nosso mundo interior. Tal atitude gera a espiritualidade farisaica e perigosa, que pretender “vender” aos outros uma boa imagem de nós mesmos. A outra maneira é “deixar a luz de Deus entrar em nossas vidas”, reconhe-cendo nossa fragilidade e pecado, voltando constantemente, com humildade, ao trono da graça de Deus, arrependidos do que somos e do que fazemos. Isso deve fazer parte de nossa vida diária. Há uma espiritualidade religiosa neurótica hoje muito diferente desse arrepen-dimento humilde. Sempre que quisermos mostrar aos outros o que não somos agimos com hipocrisia. Examinemos o coração, cheguemos ao arrependimento e à mudança de atitude.
Comunhão com os Outros. A espiritualidade falsa é egocêntrica e sectarista. Já a marca do cristão é o amor. Quem não ama seu irmão não é cristão (1Jo 3.15). Não seremos mais es-pirituais por estarmos afastados dos mais “pecadores”, pelo contrário, nossa espiritualidade se mostrará verdadeira quando estivermos dispostos a conviver com quem não pode retri-buir o bem que lhe fazemos. Aquele que conversa com uma criança e que dá atenção ao pobre e ao ignorante é de fato espiritual. Há muita gente que jejua, ora, lê a Bíblia, mas que evita certas pessoas e não fala com determinado irmão. Por causa de nosso egoísmo, sem-pre procuramos ser amigos de pessoas que podem nos recompensar de alguma forma; a espiritualidade verdadeira não tem segundos interesses e procura comunhão com todo tipo de pessoa. Um cristão espiritual consegue superar as diferenças culturais, sociais, raciais, que o separam de seu irmão na fé. Aquilo que nos une deve ser mais forte do que aquilo que nos separa!
Disposição para perdoar. Nada é mais difícil do que perdoar. Todavia, o sinal de que o poder de Deus está em nossa vida pode ser visto na disposição de perdoar. Somente quando praticamos o perdão, estaremos imitando a Cristo e seguindo os passos dos cristãos da igre-ja primitiva (veja o caso de Estêvão em At 7.59-60). O mundo sem Deus acredita no poder da força e da violência, o cristão crê no poder constrangedor do amor perdoador. Devemos enfatizar as palavras de Jesus, no final da oração do Pai Nosso: Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas. (Mt 6.14,15).

INTERESSE PELAS ESCRITURAS. 
A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS. E COMO PALAVRA DIVINA É A FONTE DE ORIENTAÇÃO. TODAVIA, MUITOS MEMBROS DE IGREJA TÊM DEMONSTRADO POUCO INTERESSE PELAS ESCRITURAS. ALGUNS, DEPOIS DE ANOS NA IGREJA, POUCO SABEM DO LIVRO DE DEUS. OUTROS ATÉ APRENDEM ALGO, MAS ISSO NÃO LHES CHEGA AO CORAÇÃO. A ATUAÇÃO DO ESPÍRITO DEVE PRODUZIR UMA ATITUDE DE MEDITAÇÃO E DE APROFUNDAMENTO NA MENSAGEM DAS ESCRITURAS. O CONHECI-MENTO BÍBLICO SEM A DISPOSIÇÃO DE OBEDECER A DEUS PODE TRAZER AINDA MAIS MALEFÍCIOS, POIS TAL CONHECIMENTO TORNA-SE UMA ARMA DE AUTO-DEFESA. SEM A HUMILDADE TRAZIDA PELO ESPÍRITO, NÃO CONHECEREMOS AS ESCRITURAS COMO DEVEM SER CONHECIDAS.
Obediência. Dizemos que somos servos de Deus, mas muitos cristãos são donos de suas próprias vidas e agem como se fossem os senhores. Há muita gente que pensa que, estando já salva, pode levar a vida espiritual de qualquer jeito. É como um time classificado que jo-ga pelo empate! Se não temos mais a disposição sincera de querer obedecer o que Deus ordena, ainda que soframos prejuízo com isso, não estamos agindo como cristãos. Quem não pretende mais obedecer a Deus está “jogando sujo” na vida espiritual e tem pecados ocultos em sua vida.
Mundanismo. Milhares de cristãos gastam mais tempo vendo televisão, passeando e diver-tindo-se do que usando o seu tempo com coisas que edificam. Na verdade, o mundanismo não está apenas nas novelas e nos programas imorais ou nas danceterias e barzinhos. Se nosso coração não ama mais a Deus, transformamos a vida cristã e da igreja em “mundo”. Nossas orações serão frias e demonstrarão palavras para os outros, nosso trabalho na igreja será apenas uma posição de honra perante os outros; tudo o que fizermos será baseado na concupiscência da carne, dos olhos e na soberba da vida. Ser mundano é não ver as coisas conforme Deus, tendo apenas essa vida como horizonte de nossos interesses. Deus nos dê cristãos que tenham a visão do Pai.
Disposição para o auto-sacrifício. Quem quiser ganhar a vida irá perdê-la, mas quem perde a vida por amor a Jesus vai achá-la novamente. (Mt 16.24,25). A fé cristã proclama a graça de Deus, que se entregou por amor em nosso favor. Nada é mais comovente. Se o poder do Espírito age em nós, devemos desenvolver a mesma disposição. Cada cristão deve fazer o seu “plano de morte”. Como gastarei minha vida de modo útil, em favor daqueles que Deus tanto ama. É claro que isso é muito difícil e que fere nosso egoísmo. Vivemos em dias quando o interesse pelo que é passageiro e fútil domina a sociedade. Mas, só faremos diferença na sociedade se estivermos dispostos a perder em favor dos outros. Sejamos imitadores de Cristo.
Evangelização e Missões. Muitas igrejas de hoje tornaram-se refúgio para os cristãos não se envolverem com os maus desse mundo. Todavia a igreja não existe para si, nem para dar conforto aos cristãos, com um “ambiente saudável”. A igreja deve cumprir seu papel de proclamar a mensagem de salvação. Toda igreja “avivada” está preocupada com o cres-cimento do reino de Deus. Sempre que o salmista tinha uma grande experiência com Deus, que o levava conhecer mais profundamente a Deus, logo começava a convidar a todos a louvar e a conhecer a Deus. Quem está espiritualmente saudável deseja compartilhar sobre Deus e sua graça com os outros. Deus nos dê um coração cheio de amor pelos perdidos.

Luiz Sayão