sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Justiça extingue processo do pastor Marcos Pereira contra o líder do Afroreggae, José Júnior


Justiça extingue processo do pastor Marcos Pereira contra o líder do Afroreggae, José JúniorNa última semana o processo de calúnia e difamação que o pastor Marcos Pereira da Silva, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, movia contra o líder do Afroreggae, José Júnior, foi declarado extinto pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
A ação do pastor foi motivada por uma entrevista de José Júnior publicada no dia 14 de março do ano passado pela revista “Veja”, na qual Júnior e o pastor Rogério Ribeiro de Menezes, que já foi da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, atribuem a Marcos Pereira “diversas e graves condutas”.
De acordo com a decisão, proferida pelo juiz Luciano Silva Barreto, da 9ª Vara Criminal da capital, o coordenador da ONG foi absolvido sumariamente, segundo informações do site Extra. De acordo com o juiz, como Rogério também participou da reportagem, a ação não poderia ter sido movida somente contra Júnior.
- Não há controvérsia quanto à incidência do princípio da indivisibilidade da ação penal de iniciativa do particular – explicou Barreto.
O pastor é acusado por José Junior de tramar sua morte, além de ser o mentor dos atentados promovidos pelo tráfico em 2006 e 2010 e de, entre outras coisas, ser “a mente do mal no Rio”. Segundo a delegada Valéria Aragão, titular da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) o inquérito aberto acerca dessas acusações, à pedido da chefe de Polícia Civil, Martha Rocha na época, ainda está em andamento. As investigações estão sob sigilo.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Pastor batista afirma que novo governo de Barack Obama vai preparar o caminho para o anticristo o que você acha dessa declaração?


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Pastor batista afirma que novo governo de Barack Obama vai preparar o caminho para o anticristoA reeleição de Barack Obama continua gerando polêmica entre líderes religiosos nos Estados Unidos, que após a derrota de Mitt Romney, insistentemente batem na tecla de que o caminho do país pode ser temeroso.
Dessa vez, Barack Obama foi alvo do pastor Robert Jefress, titular da Primeira Igreja Batista em Dallas, considerada uma megaigreja.
Durante um discurso, o pastor afirmou que a reeleição do presidente serviria de preparação para a ascensão do anticristo: “O presidente Obama não é o anticristo. Mas o que estou querendo dizendo é o seguinte: a direção que ele está escolhendo para levar nossa nação é uma preparação do caminho para o futuro reino do anticristo… Veja bem, quando o anticristo vier, ele não poderá, de repente, assumir o poder e fazer mudanças radicais. Ele não poderá, repentinamente, restringir a expressão religiosa nem o comércio. Se ele quiser fizesse algo assim, certamente causaria uma revolução que impediria seu reinado na Terra… Por isso, é preciso que ocorra uma mudança gradual, uma lenta erosão das leis de Deus e das liberdades pessoais. Se isso ocorrer ao longo de um grande período de tempo, será mais fácil”, argumentou o pastor.
Embora insatisfeito com a vitória de Obama, por sua postura de flexibilização do aborto e pró-união de homossexuais, o pastor também não indicou que os fiéis de sua igreja votassem em Mitt Romney, por ele ser mórmon, de acordo com informações do Christian Post.
Durante as prévias do Partido Republicano, o pastor Jefress manifestou apoio ao então pré-candidato Rick Perry, governador do Texas, e desaconselhou o voto em Romney: “Mitt Romney é mórmon, e ninguém aqui vai dizer o contrário. Mesmo que ele diga que Jesus é seu Senhor e salvador, ele não é um cristão. O mormonismo não é cristianismo. Mormonismo é uma seita. É um pouco hipócrita falar durante os últimos oito anos sobre como é importante elegermos um presidente cristão e, em seguida, passar a apoiar um não cristão”.
Quando Perry foi derrotado e a candidatura de Romney definida, o pastor então abrandou seu discurso em relação à seita mórmon: “Eu não mudei o meu discurso… Na verdade, nunca disse que os cristãos não deviam votar em Mitt Romney. Quando eu falei sobre a sua teologia. Ressaltei que há grandes diferenças teológicas entre mórmons e evangélicos, mas compartilhamos de muitos valores”, contornou Robert Jefress.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Os sofrimentos de israel

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A Aritmética do Sofrimento



Não há democracia no mundo que possa tolerar mísseis sendo lançados contra suas cidades sem dar todos os passos razoáveis no sentido de impedir os ataques. A grande dúvida levantada pelas ações militares israelenses no Líbano é "o que é razoável"?

A resposta, segundo as leis da guerra, é que razoável é atacar alvos militares, fazendo todos os esforços para reduzir danos a civis. Se os objetivos não podem ser atingidos sem algumas mortes de civis, essas devem ser "proporcionais" às mortes de cidadãos que seriam impedidas pela ação militar.

Isso soa muito bem para nações democráticas que deliberadamente instalam suas bases militares longe dos centros de povoação civil. Israel tem sua força aérea, instalações nucleares e grandes bases militares nos locais mais distantes possíveis naquele país. É possível para um inimigo atacar alvos militares israelenses sem infligir "baixas" na sua população civil. O Hezbolá e o Hamás, em contraste, fazem operações militares deliberadamente em áreas densamente povoadas. Lançam mísseis recheados de estilhaços, projetados pela Síria e Irã para aumentar as baixas de civis, e depois se escondem da retaliação vivendo entre civis.

Se Israel decidir não ir atrás deles por temor de ferir cidadãos inocentes, os terroristas vencem, continuando livres para atacar civis com foguetes. Se Israel ataca e causa mortes de civis, os terroristas vencem pela propaganda: a comunidade internacional critica Israel por sua reação "desproporcional". Este coro de condenação na verdade encoraja os terroristas a lançarem ataques a partir de áreas civis.

Embora Israel faça todo o razoável para minimizar as baixas de civis – nem sempre com sucesso – o Hezbolá e o Hamás querem maximizar o número de vítimas civis em ambos os lados.

Os terroristas islâmicos, comentou um diplomata alguns anos atrás, "dominaram a dura aritmética do sofrimento… as baixas entre os palestinos pesam em seu favor e as baixas israelenses também pesam em seu favor". Estes são os grupos que enviam crianças para morrer como terroristas suicidas, às vezes sem que a criança saiba que está sendo sacrificada. Há dois anos, um menino de 11 anos foi pago para levar um pacote passando pela segurança israelense. Sem que ele soubesse, o pacote continha uma bomba que seria detonada por controle remoto. Felizmente, a trama foi descoberta.

O mal uso de civis como escudos e espadas exige uma reavaliação das leis de guerra. A distinção entre combatentes e civis – clara quando os combatentes estavam uniformizados – é mais difícil no presente contexto. Agora, há uma massa contínua de "civilidade": a maioria dos civis nessa massa contínua é constituída de inocentes – bebês, reféns e outros totalmente não-envolvidos; no lado mais combatente estão os civis que estão dispostos a abrigar terroristas, fornecer recursos materiais e servir como escudos humanos; no meio estão aqueles que apóiam os terroristas, política ou espiritualmente.

As leis da guerra e as regras da moralidade devem se adaptar a essas realidades. Façamos uma analogia instrutiva com a lei criminal doméstica: Um ladrão de banco que faz um caixa como refém e atira na polícia por detrás do seu escudo humano é culpado de assassinato se os policiais, num esforço para impedir o ladrão de atirar, mata o refém por acidente. O mesmo deveria ser verdadeiro sobre os terroristas que usam civis como escudos, e por detrás deles atiram os seus foguetes. Os terroristas devem ser legal e moralmente responsabilizados pelas mortes dos civis, mesmo que a causa física direta tenha sido um foguete israelense disparado contra aqueles que atacam cidadãos israelenses.

Israel deve ter permissão de terminar a luta iniciada pelo Hamás e pelo Hezbolá, mesmo que isso signifique baixas de civis em Gaza e no Líbano. Uma democracia tem o direito de preferir as vidas de seus inocentes sobre as vidas dos civis do país agressor, especialmente se este grupo contém muitos que são cúmplices no terrorismo. Israel irá – e deveria – tomar toda a precaução para minimizar as baixas de civis do outro lado. Em 16 de julho, Hasan Nasralah, chefe do Hezbolá, anunciou que haverá novas "surpresas", e que a Brigada dos Mártires de Aska disse que desenvolveu armas químicas e biológicas que poderiam ser acrescentadas aos seus foguetes. Israel não deve ter a permissão de impedir o seu uso?

Israel deixou o Líbano em 2000 e Gaza em 2005. Estes não são territórios "ocupados". Porém servem como plataformas de lançamento para ataques contra civis israelenses. A ocupação não causa o terrorismo, então, mas o terrorismo parece causar a ocupação. Se Israel não deve reocupar para impedir o terrorismo, o governo libanês e a Autoridade Palestina devem assegurar que essas regiões deixem de ser um refúgio para terroristas.

Sr. Dershowitz é professor de Direito em Harvard

terça-feira, 27 de novembro de 2012

conflito entre Israel e Palestinos



- 28 de maio de 1964: Criação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) durante o Primeiro Congresso Nacional palestino (CNP, Parlamento). Adoção de uma Carta reivindicando o direito à autodeterminação e à soberania para os palestinos e rejeitando a criação de Israel.
- 5-10 de junho de 1967: Guerra dos Seis Dias. Israel anexa Gaza, o Sinai egípcio, a Cisjordânia, Jerusalém Oriental e as colinas do Golan sírias.
- 6-26 de outubro de 1973: Guerra do Yom Kippur. A ONU adota a resolução 338, que estabelece um cessar-fogo e faz um apelo ao diálogo.
- 22 de novembro de 1974: A Assembleia Geral da ONU reconhece o direito dos palestinos à autodeterminação e à independência e autoriza um status de observador para a OLP.
- 27 de março de 1979: Israel e Egito assinam os Acordos de Camp David, e Israel devolve o Sinai.
- 6 de junho de 1982: Israel invade o Líbano para expulsar a OLP e estabelece uma presença militar no país durante 18 anos.
- 6-9 de setembro de 1982: A Liga Árabe adota o plano de Fez, que retoma o apresentado em agosto de 1981 pelo príncipe herdeiro Fahd. O plano reconhece implicitamente Israel e prevê a criação de um Estado palestino e a retirada israelense de todos os territórios ocupados em 1967.
- 10 de novembro de 1987: Explode a Primeira Intifada (levante palestino).
- 13 de setembro de 1993: Após seis meses de negociações secretas em Oslo, Israel e a OLP se reconhecem mutuamente e assinam em Washington a Declaração de Princípios sobre uma autonomia palestina transitória de cinco anos, que outorga autonomia a Gaza e Jericó. O primeiro-ministro israelense, Yitzhak Rabin, e o chefe da OLP, Yasser Arafat, apertam as mãos, um acontecimento histórico.
- 1 de julho de 1994: Arafat chega a Gaza após 27 anos de exílio e cria a Autoridade Palestina, da qual será eleito presidente em janeiro de 1996.
- 17 de maio de 1999: Benjamin Netanyahu não consegue ser reeleito após derrota para o trabalhista Ehud Barak, o que permite recuperar a fórmula "paz por territórios", cunhada por Rabin.
- Julho de 2000: Fracassam as conversas de Camp David II entre Arafat e Barak, com a mediação do presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.
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Palestino entra em choque com soldados israelenses durante a Segunda Intifada, iniciada em 28/9/2000
- 28 de setembro de 2000: O líder opositor israelense Ariel Sharon visita a Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém Oriental, e explode a Segunda Intifada.
- Dezembro de 2001: Sharon, o novo primeiro-ministro, decreta o confinamento de Arafat em Ramallah, capital da Cisjordânia, culpando-o por onda de atentados.
- 12 de março de 2002: Resolução 1.397 do Conselho de Segurança menciona pela primeira vez o Estado palestino.
- 16 de junho de 2002: Começa a construção do muro na Cisjordânia.
- 30 de abril de 2003: Publicação do mapa do caminho elaborado pelo Quarteto para o Oriente Médio (EUA, ONU, Rússia e UE), que prevê um Estado palestino até 2005. Os palestinos aceitam, Israel adota o plano em maio, mas faz 14 objeções.
- 11 de novembro de 2004: Arafat morre em Paris.
- 9 de janeiro de 2005: Mahmud Abbas ganha as eleições para a presidência da ANP.
- 15 de agosto de 2005: Israel inicia o plano de desligamento, pelo qual retira de Gaza seus soldados e 8 mil colonos.
- 25 de janeiro de 2006: Grupo islâmico Hamas ganha as legislativas por maioria absoluta.
- Março de 2007: Hamas e partido laico Fatah, da ANP, formam um governo de união nacional, que dura apenas três meses.
- 15 de junho de 2007: Hamas toma o controle de Gaza pela força. Abbas dissolve governo e forma outro, com Salam Fayyad como primeiro-ministro.
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Tanques israelenses destroem casa em 16/1/2009 na em Gaza
- 27 de dezembro de 2008 a 18 de janeiro de 2009: Israel lança operação contra Hamas em Gaza, sua maior ofensiva em 40 anos, e deixa 1,3 mil mortos.
- 10 de fevereiro de 2009: Netanyahu ganha as eleições.
- 2 de setembro de 2010: Começam em Washington, sob a mediação do presidente dos EUA, Barack Obama, as primeiras negociações diretas com a participação de Abbas e Netanyahu, após 20 meses de paralisação. Elas, porém, terminam sem sucesso, após Israel não renovar moratória de construção de assentamentos na Cisjordânia.
- 19 de maio de 2011: Obama pede que fronteiras israelenses anteriores à Guerra dos Seis Dias sejam base para formação de Estado palestino. Netanyahu rejeita proposta, falando que divisas de 1967 são 'indefensáveis'.
- 16 de setembro de 2011: Abbas anuncia quepedirá a Conselho de Segurança adesão plena à ONU, afirmando que Palestina precisa ser aceita como membro da organização para negociar paz com Israel.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

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É CORRETO BATIZAR PESSOAS AMASIADAS?
















QUESTÕES FEITAS PELOS DEFENSORES DO BATISMO DOS AMASIADOS

Questão 1: “Uma pessoa amasiada vai subir?”. (Ir para o céu, ser arrebatado).

Refutação: Quem formulou esta pergunta igualou “salvação” com “batismo”. Pois se eu dissesse que sim, viria uma segunda pergunta: “Então porque ela não pode se batizar?” Ora, a salvação tem a ver com o “crer” (At.16.30,31) e o batismo está ligado ao “arrependimento dos pecados” (Mt.3.11a). O ladrão da cruz não era batizado em águas, mas acreditou em Jesus, isso foi o suficiente para sua salvação (Lc.23.43). Marcos 16.16 não iguala “salvação” com “batismo”, pois na segunda sentença aborda somente o “não crer” para ser condenado!

Questão 2: “Deus faz diferença de pecado?”.

Refutação: Se eu dissesse que não, então uma pessoa amasiada também pode se batizar, pois todos nós cometemos pecados. Ela só é mais uma pecadora se batizando. Porém, levando em consideração que o batismo é para o arrependimento de pecados, assim ninguém deveria se batizar, uma fez que eu deveria “largar” o pecado? Quem seria digno de se batizar?
E se eu dissesse que sim? Há “pecadinho” e "pecadão” para Deus? Acredito que estamos temporariamente sob o jugo da natureza pecaminosa (1Jo.1.10), mas fomos nascidos de Deus para não vivermos em pecado (1Jo.3.9). E quem vive amasiado não pecou esporadicamente, ele está na prática pecado.

Questão 3: “Mas se o companheiro (a) descrente não quer casar?”.

Refutação: Eu respondo esta pergunta com outra: Mas se um casal de jovens cristãos confessasse que transam? o que os pastores diriam para eles? Que continuem num relacionamento que os faz pecar? Com certeza seriam disciplinados e depois orientados a acabarem o relacionamento ou se casarem (ver 1Co.7.9). Qual a diferença de um casal assim para um casal de amasiados? Só por que não estão morando no mesmo teto?
Devemos entender que o batismo não salva. É apenas uma ordenança de Jesus Cristo (Mt.28.19; Mc.16.15,16). Mas, para o cumprimento desta ordenança é necessário o arrependimento dos pecados. Sem o qual não se efetua o batismo!

Questão 4: “Se os dois vivem juntos há tanto tempo. E convivem maritalmente um para o outro. Já não são ‘uma só carne’?”.

Refutação: Tem um ditado popular que diz: “uma mentira sendo dita várias vezes se transformará em verdade”. É o que acontece com pessoas que vivem juntas a 20, 30, 40 anos. Pensam que pelo “tempo” de estarem juntos tornam-se “marido e mulher”. Enquanto que a Palavra de Deus diz: “... eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”. (Êx.20.5).

O fato de duas pessoas transarem apenas entre si não os torna marido e mulher. Se for assim o casal de namorados cristãos que transam já são marido e mulher. Para quê casar então? Paulo faz a diferença: “Mas, se vocês não podem dominar o desejo sexual, então casem, pois é melhor casar do que ficar queimando de desejo”. (1Co.7.9 BLH). A Bíblia não considera o viver em fornicação (do grego: pornos), adultério (idem: moichao) ou prostituição (idem: porneia) como um matrimônio (idem: gamos), embora Paulo use a expressão “uma só carne” numa relação com uma prostituta em 1Co.6.16. Você chamaria prostituição de casamento? Paulo não estava usando o assunto para chegarmos a esta conclusão. A verdade central do texto era que não dava para os irmãos de Coríntos viverem em união com o pecado e ao mesmo tempo em união com Deus.

Aos pastores que batizam pessoas nesta situação deixo as palavras de Paulo ao jovem pastor Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes.” 1Timóteo 4.16

Fontes de pesquisa:
Bíblia Online da SBB 3.0 com as versões ARA, ARC, BLH e léxicos grego e hebraico
Dicionário eletrônico Michaelis-UOL
Bíblias: Jerusalém, Almeida Corrigida Fiel, Almeida Edição Contemporânea e NVI

terça-feira, 9 de outubro de 2012



Cristão sofre perseguição religiosa e é preso por pregar e converter 300 pessoas ao cristianismo

Avatar de Tiago ChagasPublicado por Tiago Chagas em 6 de setembro de 2012
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Cristão sofre perseguição religiosa e é preso por pregar e converter 300 pessoas ao cristianismo
Um cristão foi preso em Laos, país asiático, por ter convertido 300 pessoas ao cristianismo, embora a constituição do país permita a liberdade religiosa.
No país, apenas o budismo, bramanismo e animismo são consideradas pela sociedade como religiões aceitáveis. O cristianismo é visto como uma religião estrangeira, e repudiada pela maior parte das pessoas.
Segundo informações da agência de notícias Fides, o líder cristão vivia no distrito de Khamkerd, na região central do país, e foi preso por autoridades laosianas após ser convocado duas vezes para prestar depoimento sobre a conversão de 300 cidadãos do país.
Ainda segundo a mesma agência, o mandado de prisão contra o líder implica em sua expulsão da aldeia, e numa pressão para que os convertidos neguem sua fé em Cristo e abandonem o cristianismo.
Uma organização não governamental dos direitos humanos ressaltou a inconstitucionalidade da prisão do líder cristão e relatou a pressão contra uma comunidade cristã em Nahoukou, uma outra aldeia do país, em que um cristão pregou sobre o evangelho e 30 pessoas se converteram.
Nesse local, as autoridades tem pressionado os convertidos a abandonarem sua fé e interrompem os cultos e reuniões do grupo, sob ameaça de expulsão da aldeia.

A TEOLOGIA DA HOMOSSEXUALIDADE SEM PECADO